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Pelo Natal do Senhor, Abre as portas da bondade Ao chamamento do amor. Reparte os bens que puderes Às luzes da devoção. Veste os nus. Consola os tristes, Na festa do coração. Mas, não te esqueças de ti, No banquete de Jesus: Segue-lhe o exemplo divino De paz, de verdade e luz. Toma um novo compromisso Na alegria do Natal, Pois o esforço de si mesmo É a senda de cada qual. Sofres? Espera e confia. Não te furtes de lembrar Que somente a dor do mundo Nos pode regenerar. Foste traído? Perdoa. Esquece o mal pelo bem. Deus é a Suprema Justiça. Não deves julgar ninguém. continua... por Casimiro Cunha. in: Antologia Mediúnica do Natal |