|
|
|
Acalma o teu coração. Às vezes, ao fim da estrada, Há fel e desilusão. Não tiveste recompensas? Guarda este ensino de cor: Ter dons de fazer o bem É a recompensa melhor. Queres esmolas do Céu? Não te fartes de saber Que o Senhor guarda o quinhão Que venhas a merecer. Desesperaste? Recorda, Nas sombras dos dias teus, Que não puseste a esperança Nas luzes do amor de Deus. Natal!... Lembrança divina Sobre o terreno escarcéu.... Conchega-te aos pobrezinhos Que são eleitos do Céu. _ Mas, ouve , irmão! vai mais longe Na exaltação do Senhor: Vê se já tens a humildade, A seiva eterna do amor. por Casimiro Cunha. in: Antologia Mediúnica do Natal |